#SeeTheSigns

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#SeeTheSigns é uma campanha de mídia social, promovida mundialmente pela Avon com o objetivo de alertar para os sinais de violência doméstica. A campanha está sendo veiculada durante os 16 Dias de Ativismo, um movimento global de mobilização para enfrentar a violência contra as mulheres.
Veja a galeria abaixo e compartilhe em suas redes sociais essas dicas sobre os principais sinais de violência doméstica, para que outros possam também identificar qualquer indício de abuso e violência contra a mulher.

01. Quem ama não machuca, não maltrata.

25 de novembro é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres - uma data instituída pelas Nações Unidas para uma mobilização em defesa das mulheres. É também o primeiro dos 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero, um movimento global pelo fim da violência praticada contra as mulheres.

Já houve vários avanços desde o primeiro Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, em 1981, mas muitos desafios ainda persistem.

Uma em cada cinco mulheres considera já ter sofrido alguma vez "algum tipo de violência da parte de um homem, conhecido ou desconhecido". Estima-se que mais de 13 milhões e 500 mil brasileiras já sofreram algum tipo de agressão de um homem1. Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica2.

Fale sem Medo3. Compartilhe agora estes dados em suas redes sociais para aumentar a conscientização sobre o grave problema da violência contra a mulher.#SeeTheSigns

1 Pesquisa DataSenado (março, 2013)
2 Pesquisa Percepções sobre a Violência Doméstica Contra a Mulher no Brasil (Instituto Avon/Ipsos, 2011)
3 Fale sem Medo – Não à Violência Doméstica é uma campanha global da Avon de combate à violência doméstica contra a mulher, coordenada no Brasil pelo Instituto Avon. Localmente, ela tem como objetivo disseminar conscientização e informação sobre a Lei Maria da Penha, os serviços de atendimento às vítimas de violência, e a construção de relacionamentos saudáveis, pautados no respeito mútuo.

02. Ele me vigia o tempo todo.

Uma mulher pode estar em um relacionamento emocionalmente abusivo e violento se seu parceiro monitora constantemente o que ela faz, aonde vai e com quem ela conversa.

A violência doméstica segue um padrão de comportamento que tem o objetivo de estabelecer controle sobre a vítima por meio do medo e da intimidação, o que frequentemente inclui ameaças ou uso da violência, mas nem sempre. E isso pode acontecer de vez em quando ou de forma contínua e, muitas vezes, vai piorando ao longo do tempo.

Uma em cada 4 mulheres disse que já se sentiu controlada ou cerceada pelo parceiro: que ficava controlando aonde ela ia (15%); procurava mensagens no seu celular ou e-mail (12%); vigiava e perseguia (10%); impedia de sair (7%); ou já havia rasgado ou escondido seus documentos (2%)1.

Alguma de suas amigas do Facebook já passou por isso? Talvez ela não saiba que esses são exemplos de violência doméstica. Compartilhe essas informações em seus canais de mídia social para aumentar a conscientização sobre as formas de violência contra a mulher. #SeeTheSigns

Para saber mais sobre os padrões de comportamento abusivo e outros sinais de violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

1Módulo de Violência da Pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (Fundação Perseu Abramo/SESC, 2010)

03. Violência doméstica é mais que um olho roxo.

A violência doméstica é muito mais do que a agressão física, ela pode tomar a forma de uma violência verbal, sexual ou psicológica, ou mesmo de um abuso financeiro.

O artigo 7º da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, de 2006) define quais são os tipos de violência doméstica contra a mulher: violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral1.

Você imagina que alguma de suas amigas pode estar sofrendo outras formas de violência que não a física? Compartilhe estas informações em seus canais de redes sociais para ampliar a conscientização sobre o que é a violência doméstica. #SeeTheSigns

Para saber mais sobre os padrões de comportamento abusivo e outros sinais de violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

1Entenda a Lei Maria da Penha.

04. Ele não permite que eu veja minha família.

Todo fim de semana é a mesma coisa. Ela quer visitar a família e ele não quer. Diz que eles são chatos, que a mãe dela implica com ele, que o pai mima demais e estraga as crianças, que os cunhados são metidos etc.

Uma forma de um homem controlar a mulher é fazer com que ela se isole da família e dos amigos. E ela, por pressão, medo e vergonha, muitas vezes acaba cedendo, afastando-se dos familiares e das amizades e se isolando em casa.

Você sabe que boa parte dos episódios de violência contra a mulher acontece em casa? A casa, que deveria ser o local mais seguro, é muitas vezes um lugar de medo e risco de agressão. Pesquisa recente mostrou que 70% dos entrevistados acreditam que a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em espaços públicos1.

Fale com suas amigas e amigos. Compartilhe esta informação no Facebook para aumentar a conscientização sobre a violência doméstica. #SeeTheSigns

Para saber mais sobre o que as pessoas pensam sobre a violência contra as mulheres, acesse:

1Percepção da sociedade sobre violência e assassinatos de mulheres (Data Popular/Instituto Patrícia Galvão, 2013)

05. Ele controla todo o dinheiro da casa.

O controle do dinheiro é uma tática muito comum para ganhar e manter o poder em um relacionamento. Em muitos casos, a vítima é obrigada a entregar seu salário ou é impedida pelo parceiro de arranjar ou manter um emprego.

Outras formas de abuso financeiro incluem a limitação de acesso a cartões de crédito da família, contas correntes e contas de poupança. A Lei Maria da Penha define como violência patrimonial, "qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades"1.

Controlar, reter e tirar o dinheiro são formas de diminuir a capacidade da mulher de ter segurança, autonomia e independência para, se quiser, deixar um relacionamento violento e abusivo.

Fale com suas amigas e amigos. Compartilhe esta informação em seus canais de mídia social para aumentar a conscientização sobre a violência doméstica. #SeeTheSigns

Para saber mais sobre as formas de abuso financeiro e seu impacto, e conhecer outros sinais de violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

1Entenda a Lei Maria da Penha.

06. Se ela ainda está com ele é porque se entenderam.

Por que algumas mulheres ficam tanto tempo em uma relação violenta? Talvez você pense: "se ela aguenta ser agredida, se ela denuncia e depois quer retirar a queixa, se ela não se separa de uma vez é porque deve gostar de apanhar, não tem caráter, é fraca, doente ou covarde".

Não é bem assim. Existem muitas razões para uma mulher não conseguir romper uma relação violenta. Veja algumas:

  • ela gosta dele e acredita que vai conseguir que ele mude;
  • ela se sente sozinha e não sabe como procurar ajuda;
  • ela tem vergonha que todos saibam e a critiquem por não ter conseguido manter a harmonia do casamento;
  • ela tem medo de se separar e ficar sozinha, sem ninguém que a apoie;
  • ela depende financeiramente dele e acha que não vai conseguir sustentar os filhos;
  • ela acha que os filhos vão culpá-la pela separação;
  • ela tem medo de romper a relação e ele ficar ainda mais violento ou cumprir as ameaças que faz.

Será que aquela amiga que às vezes aparece com o rosto machucado está vivendo esse problema? Não a julgue, ela deve estar precisando de apoio. Compartilhe essas informações entre as pessoas que fazem parte de suas redes sociais. #SeeTheSigns

Para compreender atitudes, comportamentos e sentimentos relacionados com a violência cometida pelo parceiro, acesse a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

07. Isso é ser feliz para sempre?

A cada hora e meia uma mulher morre de forma violenta no Brasil, na maioria das vezes assassinada pelo companheiro ou ex-parceiro. Quase um terço dessas mortes acontece dentro de casa1.

Para muitas mulheres, a ideia de serem "felizes para sempre" acaba muito cedo e de forma trágica. E embora a violência física pareça ser o perigo mais evidente, as agressões emocionais e psicológicas também deixam cicatrizes profundas e, no longo prazo, podem causar graves danos à saúde, como ansiedade e depressão, com aumento do risco de suicídio.

Reconhecer a violência doméstica é o primeiro passo em direção à solução do problema, que começa com a busca de ajuda.

Para compreender os principais comportamentos e sentimentos relacionados com a violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010).

Fale sem Medo2. Compartilhe esta informação em suas redes sociais para que mais pessoas percebam e entendam o que é a violência contra a mulher. #SeeTheSigns

1 Pesquisa Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil – dados corrigidos sobre taxas de feminicídios e perfil das mortes de mulheres por violência no Brasil e nos estados (Ipea, 2013)
2Fale sem Medo – Não à Violência Doméstica é uma campanha global da Avon de combate à violência doméstica contra a mulher, coordenada no Brasil pelo Instituto Avon. Localmente, ela tem como objetivo disseminar conscientização e informação sobre a Lei Maria da Penha, os serviços de atendimento às vítimas de violência, e a construção de relacionamentos saudáveis, pautados no respeito mútuo.

08. Ele usa o celular para me controlar.

Você ou alguém que você conhece se sente controlada e perseguida pelo parceiro, mesmo à distância? Atualmente, a tática de perseguição mais comum é ficar ligando ou enviando mensagens pelo celular continuamente. Quando ela atende, o parceiro quer saber onde ela está e o que está fazendo. Se não atende ou não responde a mensagem imediatamente, isso gera uma crise de desconfiança, ciúmes e ameaças.

O próximo passo é querer ter acesso às senhas do Facebook e e-mail e pegar o celular para saber para quem ela ligou. Esse tipo de comportamento obsessivo, controlador e ameaçador produz uma sensação de desconforto, invasão e vulnerabilidade, podendo gerar estresse e ansiedade.

Quando a quantidade de ligações e mensagens ultrapassa o limite do carinho e da atenção, começa a perseguição. A privacidade é um direito. Gostar de alguém não significa ser obrigado a compartilhar senhas ou informações pessoais. É importante manter e respeitar limites e a individualidade de cada um.

Compartilhe esta informação em suas redes sociais para que outras pessoas percebam que esse tipo de perseguição e assédio é uma forma de violência. #SeeTheSigns

09. Mas ele nunca me bateu...

No início, a violência pode ser difícil de identificar e as agressões muitas vezes começam de forma sutil. Frequentemente, nos estágios iniciais, a mulher pode até não perceber que está vivendo um relacionamento abusivo, que se disfarça em atitudes que têm o objetivo de exercer controle e domínio sobre a vítima.

É importante perceber que a violência doméstica é mais do que uma agressão física e raramente acontece de forma isolada. As agressões vão se repetindo e se agravando, tanto em frequência como em intensidade.

Reconhecer o abuso é o primeiro passo para sair da situação de violência e buscar ajuda. Para mais informações sobre como reconhecer os primeiros sinais de violência, que podem incluir intimidação, humilhação, xingamentos e ameaças, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

Fale sem Medo1. Compartilhe esta informação em suas redes sociais para que mais pessoas percebam e entendam o que é a violência contra a mulher. #SeeTheSigns

1Fale sem Medo– Não à Violência Doméstica é uma campanha global da Avon de combate à violência doméstica contra a mulher, coordenada no Brasil pelo Instituto Avon. Localmente, ela tem como objetivo disseminar conscientização e informação sobre a Lei Maria da Penha, os serviços de atendimento às vítimas de violência, e a construção de relacionamentos saudáveis, pautados no respeito mútuo.

10. Ele só estava de cabeça quente.

A violência doméstica não se resolve apenas com o controle da raiva. O homem que perde facilmente a paciência com a mulher – e a trata de forma desrespeitosa, com insultos e acusações– sabe como se controlar, tanto que não xinga e não bate no patrão e nos colegas, mas sim na mulher ou nos filhos. Ele faz isso porque acha que tem direito sobre a família e que não deve satisfação a ninguém sobre o que faz dentro da própria casa.

Uma pesquisa realizada em 2010 mostrou que 16% das mulheres entrevistadas disseram que seus parceiros viviam insinuando que elas tinham amantes, ou as xingavam; 9% diziam que eles a desqualificavam como mães, criticavam seu desempenho sexual (7%), dizendo que iam procurar outras, e falavam mal do seu trabalho doméstico (6%)1. Além de gritos e xingamentos, essas acusações e humilhações são com frequência acompanhadas de empurrões e ameaças.

Alguma de suas amigas do Facebook vive tensa, pisando em ovos, com medo de que o parceiro fique nervoso? Compartilhe esta página em suas redes sociais para que mais pessoas percebam como se manifesta a violência doméstica. #SeeTheSigns

E para saber mais sobre os padrões de comportamento abusivo e outros sinais de violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

1Módulo de Violência da Pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (Fundação Perseu Abramo/SESC, 2010)

11. Desta vez, eu mereci.

Com frequência, as vítimas de violência doméstica se sentem culpadas pelo que aconteceu a elas. Acham que, se foram agredidas, é porque fizeram algo de errado e que, no fundo, o agressor tem razão.

Se o parceiro está nervoso, ela tenta acalmá-lo e se sente responsável por evitar qualquer situação de conflito. E se ele se descontrola, ela se sente culpada por não ter conseguido evitar a explosão.

Ninguém merece ser vítima de violência. Reconhecer o desrespeito e o abuso é o primeiro passo para perceber que o culpado pela violência é o agressor, não a vítima.

A cada 24 segundos uma mulher é agredida por um homem no Brasil1. Alguma de suas amigas pode ser esta mulher? Compartilhe esta página em suas redes sociais para que suas amigas e amigos saibam mais sobre os mecanismos da violência doméstica. #SeeTheSigns

1Módulo de Violência da Pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado (Fundação Perseu Abramo/SESC, 2010)

12. Tenho certeza de que ele vai mudar.

Muitas vezes, a violência doméstica não se apresenta como uma ocorrência isolada, mas percorre um ciclo com três fases:

1ª fase: construção da tensão – nessa etapa acontecem pequenos incidentes, como agressões verbais, crises de ciúmes, quebra de objetos etc. Nesse período, a mulher procura acalmar o agressor, fazendo suas vontades ou buscando não ficar no seu caminho, procurando evitar situações de conflito. Ela acredita que pode impedir que a raiva dele aumente e se sente responsável por fazer com que ele se acalme.

2ª fase: explosão e destruição – nessa fase a tensão atinge o ponto máximo e acontecem os ataques mais intensos e graves. O descontrole toma conta do agressor, que tem ímpetos destruidores.

3ª fase: a lua-de-mel – com remorso e medo de perder a companheira, ou vergonha diante dos filhos, o agressor pede perdão, torna-se carinhoso, dá presentes e promete que vai mudar, jurando que nunca mais vai agredi-la e que será novamente o homem por quem ela se apaixonou. A vítima se ilude, acreditando que ele pode mudar e que ela tem o poder de mudá-lo.

A cada novo ciclo, a 3ª fase vai ficando mais curta e a 1ª fase recomeça mais rápido. É importante (re)conhecer o ciclo da violência para ajudar suas amigas e amigos a identificá-lo e impedir que ele se reproduza. #SeeTheSigns

Para saber mais sobre os padrões de comportamento abusivo e outros sinais de violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero: apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

13. Se seus filhos têm medo, você também deveria ter.

Do total de relatos de violência registrados no 1º semestre de 2013 pelo Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, a agressão foi presenciada pelos filhos em 64% dos casos e em quase 19% eles também sofreram diretamente as agressões1.

Além do perigo de também serem agredidos, as crianças que testemunham a violência doméstica enfrentam outros riscos, que incluem traumas emocionais e danos psicológicos. No longo prazo essas situações de violência podem trazer resultar em distúrbios comportamentais e emocionais, que por sua vez podem levar à depressão, pensamentos suicidas e atitudes violentas e destrutivas.

As crianças expostas à violência, como testemunhas ou vítimas de abuso, carregam os efeitos dessa violência para a fase adulta, muitas vezes repetindo o mesmo comportamento vivido na infância e alimentando o ciclo de violência. Pesquisa realizada pelo Data Popular, em parceria com o Instituto Avon, mostra que homens que na infância presenciaram agressão física ou verbal entre os pais têm mais risco de cometerem violência doméstica quando adultos2.

Pense se você conhece alguma mulher nessa situação. Compartilhe estas informações em suas redes sociais para aumentar a conscientização sobre o problema. #SeeTheSigns

Para saber mais sobre os padrões de comportamento abusivo e outros sinais de violência doméstica, leia a cartilha Prevenção e Atenção à Violência Intrafamiliar e de Gênero : apoio às lideranças comunitárias (Instituto Noos/Instituto Avon, 2010)

1Balanço do Ligue 180, dados consolidados de 2012.
2Percepção da sociedade sobre violência e assassinatos de mulheres (Data Popular/Instituto Patrícia Galvão, 2013)

14. É tudo culpa minha.

Muitos agressores usam a violência como estratégia para controlar a família ou para conseguir o querem. É importante que a vítima perceba que o comportamento violento do agressor não é culpa dela e que ela não tem o poder e nem a responsabilidade de evitar essa agressão.

Você sabia que, a cada dois minutos, cinco mulheres são espancadas por um homem no Brasil? Você acha que alguma amiga sua pode estar sendo vítima ou algum amigo pode ser um agressor?

Fale sem Medo1. Compartilhe esta informação em suas redes sociais para que mais pessoas percebam e entendam o que é a violência contra a mulher. #SeeTheSigns

1Fale sem Medo– Não à Violência Doméstica é uma campanha global da Avon de combate à violência doméstica contra a mulher, coordenada no Brasil pelo Instituto Avon. Localmente, ela tem como objetivo disseminar conscientização e informação sobre a Lei Maria da Penha, os serviços de atendimento às vítimas de violência, e a construção de relacionamentos saudáveis, pautados no respeito mútuo.

15. Não posso sair com meus amigos.

Uma tática comum de abuso é controlar o que a vítima faz e com quem anda. O controle sobre a vítima é muitas vezes conseguido com seu isolamento.

Se você souber ou suspeitar de que algum membro da família, amiga ou colega está passando por essa situação de violência doméstica, procure conversar a respeito. Mostre que ela não está sozinha. Ao ouvir e acreditar no que a vítima diz você pode estar ajudando a criar um sistema de apoio para que ela tome as melhores decisões para si e sua família.

Diga a ela que existe um serviço telefônico, o Ligue 180 - Central de Atendimento à Mulher, que dá informações e orientações sobre como enfrentar a violência.

E veja os vencedores do concurso de vídeos de 1 minuto "Em briga de marido e mulher se mete a colher", promovido pelo Instituto Avon.

Fale sem Medo1. Compartilhe esta informação em suas redes sociais para que seus amigos compreendam o que é a violência contra a mulher. #SeeTheSigns

1Fale sem Medo– Não à Violência Doméstica é uma campanha global da Avon de combate à violência doméstica contra a mulher, coordenada no Brasil pelo Instituto Avon. Localmente, ela tem como objetivo disseminar conscientização e informação sobre a Lei Maria da Penha, os serviços de atendimento às vítimas de violência, e a construção de relacionamentos saudáveis, pautados no respeito mútuo.

16. A violência doméstica é uma violação aos direitos humanos.

10 de dezembro é o Dia Internacional dos Direitos Humanos, o último dos 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero. A data é uma oportunidade para comemorar os avanços e denunciar as violações aos direitos essenciais para todos e em todos os lugares. E a violência contra as mulheres constitui uma grave forma de violação dos direitos humanos.

A violência doméstica é uma epidemia global de efeitos devastadores, que provoca danos físicos, emocionais, financeiros e sociais em mulheres, crianças, famílias e comunidades em todo o mundo. Os direitos das mulheres são direitos humanos e a mulher tem o direito fundamental de viver sua vida livre de todas as formas de violência.

Você ou alguém que você conhece já sofreu agressões físicas, verbais ou sexuais do parceiro, namorado ou ex? E sente medo e vergonha de falar sobre isso? Você acha importante enfrentar o problema da violência contra as mulheres? Então, Fale sem Medo1. Compartilhe esta página em seus canais de mídia social para conscientizar seus amigos para a importância deste dia. #SeeTheSigns

E veja os vencedores do concurso de vídeos de 1 minuto "Em briga de marido e mulher se mete a colher", promovido pelo Instituto Avon.

1Fale sem Medo– Não à Violência Doméstica é uma campanha global da Avon de combate à violência doméstica contra a mulher, coordenada no Brasil pelo Instituto Avon. Localmente, ela tem como objetivo disseminar conscientização e informação sobre a Lei Maria da Penha, os serviços de atendimento às vítimas de violência, e a construção de relacionamentos saudáveis, pautados no respeito mútuo.